domingo, 9 de dezembro de 2012

MAIS FOTOS DO 6o NATAL DA CRIANÇA FELIZ

Foto 1: Novas voluntárias: Gabrielly, Renata e Emanuelly.

Foto 2: Pr Maroel, ministrando Palestra de Prevenção às Drogas.

Foto 3: Irmã Alcione e Irmã Cárcia, fazendo dinâmicas com as crianças.

Foto 4: Equipe abençoada, recebendo agradecimentos.

Foto 5: Irmã Cárcia e Irmã Marluce, guerreiras do Senhor !

VOLUNTÁRIOS DO 6o NATAL DA CRIANÇA FELIZ

foto 1: Pr Luiz, presente no 6o Natal da Criança Feliz

Foto 2: Irmã Cárcia, Irmã Vitalina e Pr Maroel: amor à obra social.

foto 3: Irmão Ademir: cortando cabelo das crianças.

foto 4: Neilson, Hélio e Dilma: presentes na ação social.

6o NATAL DA CRIANÇA FELIZ: DIA DE ALEGRIA !!!

Foto 1: Crianças reunidas no culto infantil na Igreja Quadrangular Conj. José Ronaldo.

Foto 2: Júnior Reis, cortando cabelo da criançada.

Foto 3: Irmã Lourdes, corte de cabelo de mulheres.

Foto 4: Irmã Gleice veio de Salvador-BA, aferindo a pressão arterial das mulheres.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

PR MAROEL E PRA NATALI: LUTANDO POR VOCÊ E PELA SUA FAMÍLIA !

Casados há 22 anos, buscamos servir a Deus  com nossos dons e talentos, edificando a Igreja Batista da Família com os princípios fundamentais da Palavra de Deus. Ministramos palestras sobre família, sexualidade,  casamento e fazemos aconselhamento matrimonial. Realizamos Conferências Evangelísticas e Seminários sobre variados temas. Faça-nos uma visita na Igreja Batista da Família, Rua "A", Nr 4, Conjunto Feira VI, Feira de Santana-BA. Contatos: (75) 9168-1879; 8221-6179.

PAIS, MENINOS E HOMENS



Por: Gilson Bifano
Meninos precisam ter contato com homens que lhes sirvam de referencias positivas de masculinidade. Escrevi também que os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado.

Como isso pode acontecer?

A mãe deve deixar seu marido/pai se faça presente na vida do filho. Esta deve ser uma atitude consciente por parte da mãe/mulher. Incentivar seu marido a entrar na vida do filho. Ensinar uma mulher ser mãe e estar presente do filho é algo natural. Para o homem, isso já é um pouco mais complexo. Para o homem, estar presente na vida de seu filho, deve ser um exercício, algo buscado conscientemente.

Na prática como isso deve ser buscado? A mãe deve deixar seu marido/pai tornar-se presente, incentivando e exigindo dele participação nos cuidados diários. Levando seu filho às consultas médicas, participando das reuniões de pais e professores.

Nos momentos de brincadeiras com os filhos, as mães não devem intervir no estilo de brincar característico dos homens. Homens, por exemplo, gostam de brincar de maneira diferente das mulheres.

Um recado às mães: “Mães, quando seu marido/pai estiver brincando de luta, rolando no chão, não intervenham. Não fiquem com medo que se machuquem. Isso faz parte da construção da paternidade na vida do menino. E se machucarem, fiquem tranqüilas que isso faz parte do processo na escola para meninos serem homens”.

Patrice Lewis escreveu um precioso artigo (publicado no site Clickfamília) sob o título “rapazes revoltados”.

Lewis afirma: “As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem. Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores. Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: ‘Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada’. Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis”.
Com essas idéias, longe de afirmar que meninos não precisam ser protegidos e amados, mas para educar e preparar um menino para ser um verdadeiro homem é preciso proteger e amar de maneira diferente das meninas e inserir na vida do menino uma figura positiva de masculinidade.

Na ausência do pai, uma outra figura masculina que lhe sirva de espelho para a construção de sua própria masculinidade.

O FOFO, A FAROFA E A ZEZÉ

 

Por: Gilson Bifano
Zezé, nossa diarista, entra em nosso lar todas as segundas e quintas-feiras. Há mais de 10 anos nos ajudando em casa, faltou apenas um dia. Porque estava doente.

Zezé é uma crente fiel, sempre alegre e disposta para O trabalho. Sua presença enriquece o lar dos Bifanos.

Casada com Edilson, forma um casal especial. Mas para Zezé, Edilson é o “fofo”.

Um dia desses ela me contou uma história interessante. Não tenho o talento do meu professor pr. Falcão Sobrinho, colega de coluna do Jornal Batista, para descrever as histórias e transformá-las em Parábolas da Vida. Mas vou tentar.

Fofo gosta muito de farofa. Um dia, chegou para Zezé e expressou o desejo de levar, em sua marmita do dia seguinte, uma gostosa farofa que só ela sabe fazer. Como se amam muito, Zezé fez, já no final do dia, a gostosa iguaria de Manihot esculenta (nome cientifico da mandioca). Ambos foram dormir e a farofa ficou ali prontinha, separada, para ser levada junto com a marmita e na hora do almoço ser saboreada pelo maridinho.

Como era quarta-feira, dia de folga, Zezé acordou um pouco mais tarde. Para sua surpresa, Fofo tinha esquecido de levar a farofa. Ao ver a farofa ali, ligou para ele e disse “mas Fofo... você esqueceu a farofa!”. “Não diga!”, expressou o Fofo do outro lado da linha. “Mas não tem problema não. A noite eu como”, finalizou ele. Zezé não pensou duas vezes. Se arrumou, saiu de Belford Roxo, cidade situada na Baixada Fluminense, pegou um ônibus de sua casa até a estação, de lá, de trem, foi até a estação do Maracanã, no Rio. Depois pegou outro ônibus e foi até o bairro da Tijuca, onde Fofo trabalha, como porteiro, para levar a farofa e assim agradar seu marido.

Quando ele a viu, não acreditou. Depois de entregar a farofa, Zezé fez o mesmo trajeto de volta para casa. Pelos meus cálculos, da saída de sua casa até o retorno, deve ter gasto umas três ou quatro horas.

Fofo poderia comer sem farofa naquele dia ou ir num desses restaurantes a quilo e comprar cem gramas. Mas Zezé fez algo inesquecível para seu marido e para o seu próprio casamento.

Se perguntássemos a Gary Chapman que linguagem Zezé usou para expressar seu amor ao Fofo, certamente diria que foi “atos de serviço”. Zezé, ao tomar a decisão de se deslocar da Baixada Fluminense e ir até o bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, não levou apenas um pote de farofa; depositou uma tonelada de cimento para fortalecer seu casamento. Custou algumas horas do seu descanso no dia de sua folga como diarista, um pouco dos seus limitados recursos financeiros, mas deu uma grande lição do que devemos fazer para manter um casamento e fazer com que a relação seja estável e resistente ao divórcio.

Quando ela me contou esta história lembrei-me de uma reportagem da revista Veja, há muitos anos, que reportou as razões dos casamentos duradouros. Uma senhora disse que uma das razões de ter ultrapassado a casa dos 50 anos de casamento estava num gesto semanal de seu marido. Uma vez por semana, ele se dirigia à padaria e comprava uma empadinha para sua amada. Na mesma padaria onde eles comeram a primeira empadinha, ainda como namorados.

Um dia, quando perguntarem ao Fofo porque está, há tanto tempo, casado com a Zezé ele vai responder: “Um dia ela levou uma farofa para mim, quando eu menos esperava”.

Casamentos duradouros e felizes são feitos dessas e outras pequenas demonstrações de amor.

'The Economist' chama PIB do Brasil de 'moribundo' e sugere demissão de Mantega

'The Economist' chama PIB do Brasil de 'moribundo' e sugere demissão de Mantega

Delator cita ajuda de Sarney a esquema de pareceres

Delator cita ajuda de Sarney a esquema de pareceres

Delator cita ajuda de Sarney a esquema de pareceres

Delator cita ajuda de Sarney a esquema de pareceres