sábado, 25 de maio de 2013
Prioridades na família
A família é um projeto de Deus. Foi a primeira instituição
divina. E foi criada para a glória de Deus e nossa felicidade. Para que a
família colime esse elevado propósito, necessário se faz que observemos
algumas prioridades.
Em primeiro lugar, Deus precisa vir antes das pessoas.
Devemos amar a Deus com toda a nossa alma e de toda a nossa força.
Devemos buscar em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça. Para ser
um discípulo de Jesus é preciso estar disposto a deixar pai e mãe e
amá-lo mais do que qualquer outra pessoa, por mais achegada que seja a
nós. Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida, ou então, ainda não
sabemos o que é segui-lo. O que é importante destacar é que, quanto mais
amamos a Deus, mais amamos nossa família e mais fortes ficam nossos
relacionamentos interpessoais. A nossa relação com Deus cimenta os
demais relacionamentos, colocando-os dentro de uma correta perspectiva.
Em segundo lugar, o cônjuge precisa vir antes dos filhos.
Pecam contra o cônjuge e contra os filhos, aqueles que colocam os
filhos em primeiro plano e o cônjuge em segundo plano. O maior presente
que podemos dar aos nossos filhos é amar, com desvelo, o nosso cônjuge. A
maior necessidade dos filhos é ver o exemplo dos pais. Não há família
saudável onde os relacionamentos estão fora dos trilhos. Investimos nos
filhos, quando investimos em nosso casamento. Cuidamos dos filhos,
quando priorizamos nosso cônjuge.
Em terceiro lugar, os filhos precisam vir antes dos amigos.
Precisamos ter discernimento para buscarmos as primeiras coisas
primeiro. Nossos amigos são importantes, mas nossos filhos são mais
importantes. Aqueles que não cuidam da sua própria família estão em
total descompasso com o projeto de Deus. Não podemos sacrificar nosso
relacionamento com os filhos para dar mais atenção aos nossos amigos.
Nenhum sucesso vale a pena quando o preço a pagar é o sacrifício dos
nossos filhos. Os pais precisam entender que seus filhos são prioridade.
Precisam investir neles o melhor do seu tempo e o melhor de seus
recursos. Precisam criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor.
Não podem procá-los à ira para quem não fiquem desanimados.
Em quarto lugar, as pessoas devem vir antes das coisas.
Vivemos numa sociedade materialista e consumista. As prioridades estão
invertidas. As pessoas esquecem-se de Deus, amam as coisas e usam as
pessoas. Devemos, ao contrário, adorar a Deus, amar a pessoas e usar as
coisas. Quando colocamos coisas no lugar de pessoas tornamo-nos
insensíveis e apartamo-nos do projeto de Deus. Há pessoas que,
infelizmente, têm mais cuidado com o carro do que com os membros da
família. São mais zelosos com seus objetos pessoais do que com os
relacionamentos dentro de casa. Amam mais os bens materiais do que os
membros da família.
Em quinto lugar, o reino de Deus precisa vir antes dos nossos projetos.
Temos visto muitos crentes dando para a Deus a sobra dos seus bens, de
seus talentos e do seu tempo. São pessoas que só se preocupam com as
coisas terrenas. Correm atrás de seus próprios interesses enquanto a
obra de Deus fica relegada a segundo plano. Essas mesmas pessoas, nas
palavras do profeta Ageu, semeiam muito e colhem pouco; vestem-se, mas
não se aquecem; comem, mas não se satisfazem; e o salário que recebem,
colocam-no num saco furado. O pouco que trazem, Deus o assopra, porque
não aceita sobras, uma vez que requer primícias. Precisamos buscar em
primeiro lugar o reino de Deus. Precisamos investir as primícias da
nossa renda na promoção do reino de Deus. Precisamos investir em causas
de consequências eternas. Nossa felicidade pessoal e familiar alcançarão
sua plena realização, quando essas prioridades estiverem alinhadas em
nossa vida!
Postado por Pr Maroel Bispo -
maroel bispo
às
13:34
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10 maiores dificuldades no casamento
Falta de carinho
Agressividade verbal
Infidelidade
Ausência de bom sexo
Falta de tempo para o casal
Crise financeira
Solidão emocional
Ele(a) não assume seu papel
Ciúmes exagerado
Interferência de parentes
Postado por Pr Maroel Bispo -
maroel bispo
às
13:20
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Amistoso Brasil e Inglaterra tem grande procura de ingressos
As bilheterias do Engenhão, Gávea e Laranjeiras, por exemplo, tiveram filas gigantescas durante toda a manhã deste sábado. No Engenhão, as entradas se esgotaram rapidamente.

Confira os preços dos ingressos para Brasil x Inglaterra:
Cadeira inferior central ? R$ 300,00
Cadeira Inferior atrás do gol ? R$ 140,00
Cadeira superior central ? R$ 200,00
Cadeira superior atrás do gol ? R$ 100,00
Arquibancada superior atrás do gol ? R$ 90,00
Com informações do Jornal do Brasil.
Postado por Pr Maroel Bispo -
maroel bispo
às
10:01
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Lei Maria da Penha coloca 140 mulheres na cadeia - Os valores de família se foram...
A Lei Maria da Penha nasceu em 2006 para proteger
mulheres contra a violência doméstica. Mas dados inéditos do Ministério
da Justiça (MJ) revelam: elas também vão para a cadeia enquadradas na
legislação.
Levantamento feito pelo iG
no banco virtual do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão
do MJ, mostra que cerca de dois mil homens são presos anualmente por
agredirem suas parceiras. Em meio ao comportamento violento masculino,
140 mulheres foram detidas nos últimos cinco anos por - nos dizeres da
lei - “causarem morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e
dano moral ou patrimonial” contra pessoas que convivem no mesmo
ambiente familiar.
Interpretação da Lei Maria da
Penha, criada para proteger a vítima de violência doméstica, ainda causa
polêmica: há 140 mulheres presas hoje, enquadradas na lei
Os registros de prisões são referentes a dezembro de 2008
(primeiro semestre de análise que discrimina os crimes cometidos) e
dezembro de 2012. As estatísticas são atualizadas todo semestre e as
mais atuais foram disponibilizadas há um mês.
Os dados não traçam o perfil das vítimas, o que
impossibilita saber quantos são homens e quantos são mulheres entre os
agredidos pelas 140 detidas.
Leia também:
uma em cada dez brasileiras já apanhou de um homem
O número detecta simplesmente o uso de violência por
parte das mulheres. Na outra ponta da agressão, segundo especialistas,
estão namorados, noivos e maridos, mas também violentadas em relações
homoafetivas, além de filhas, mães e irmãs vitimadas por agressoras.
Cigarro apagado no peito
Todos os ouvidos pela reportagem, incluindo o
empresário C.B, 35 anos, que recorreu à proteção da Lei Maria da Penha
após ser ameaçado de morte e conviver com a cicatriz de um cigarro
apagado no peito pela a ex-mulher, fizeram questão de ressaltar que a
violência perpetrada por uma mulher ainda é minoria.
As estatísticas endossam a prevalência de
homens, já que as encarceradas com base na legislação representam 0,88%
da quantidade de homens penitenciados no período analisado (15.889 no
total). Veja no gráfico abaixo:
Presos pela Lei Maria da Penha
Mulheres também vão para cadeia, mas homens são a grande maioria dos detidos
Depen
“É lamentável que, em pleno século 21, os
homens ainda ataquem suas mulheres. E isso acontece muito”, lamenta o
empresário, que prefere o anonimato.
Ele ganhou a proteção da Lei Maria da Penha contra a
ex-mulher em 2008 e ainda convive com as sequelas da violência. “Mas
assim como as mulheres, em um dado momento, sentiram necessidade de
criar meios, leis e entidades para se defender da agressão dos homens, o
gênero masculino vive hoje um momento parecido”, diz. “Um momento em
que se faz necessária a criação de entidades às quais se possa recorrer
para receber orientação, receber apoio”. Leia a entrevista completa com ele, que foi caluniado e perseguido pela ex-mulher, aqui.
Juristas e estudiosos divergem quanto ao uso da lei para enquadrar agressoras
Divergências
Entre estudiosos e juristas, a utilização da
Lei Maria da Penha para proteger vítimas masculinas não é consenso.
“Achamos inadmissível usá-la em favor dos homens”, avalia Ana Teresa
Iamarino, do departamento de enfrentamento da violência contra a mulher,
da Secretaria Especial de Políticas Para Mulheres, ligada ao governo
federal.
“A lei foi criada justamente para beneficiar mulheres,
aquelas que vivem uma relação desigual de poder, de força e de opressão.
Nosso acompanhamento mostra que quando a lei é usada em favor deles, as
decisões acabam revogadas. Estes casos que resultam em prisões de
mulheres, em geral, são para beneficiar outras mulheres, principalmente
as vítimas de violência em relações homoafetivas”, analisa Ana Teresa.Já o advogado Zoroastro Teixeira, que atua no Mato Grosso e é especializado em direito de família, contesta a restrição. Em 2008, ele conseguiu que o cliente fosse protegido pela Lei Maria da Penha, após provar as agressões e ameaças por parte da ex-companheira. Alegou que todos são iguais perante as leis, invocando o chamado princípio de isonomia.
Desde então orienta outros colegas “de
Brasília, Rio Grande do Sul e Ceará” com demandas parecidas. “Quando o
homem é vítima de violência doméstica, não tem as garantias processuais e
a força da Lei Maria da Penha. É a via mais rápida para afastar a
agressora da vítima”, acredita. “Na minha avaliação, por excluir o homem
desta proteção, a lei fere o princípio de isonomia e é
inconstitucional. Mas eu a usei para proteger um homem violentado e
humilhado”.
“
A legislação trata de maneira desigual porque as mulheres não são
iguais do ponto de vista de vitimização doméstica”, diz Maria Berenice
Violências diferentes
Ex-desembargadora e fundadora do Instituto Brasileiro de
Defesa da Família (IBDFAM), Maria Berenice Dias discorda de Teixeira e
reitera que a lei, quando é protetiva, serve para defender o “mais
vulnerável”.“A legislação trata de maneira desigual porque as mulheres não são iguais do ponto de vista de vitimização doméstica”, diz Maria Berenice, afirmando que o mesmo princípio do vulnerável é usado no Estatuto do Idoso, na lei de cotas raciais e no Código de Defesa do Consumidor.
Leia também: "meninas começam a reproduzir o que vivenciam em casa e utilizam violência", diz Maria da Penha
Segundo ela, o fato de não existir uma lei voltada às vítimas masculinas não dá às mulheres liberdade para agredir o companheiro. “Ela pode ser enquadrada em todas as outras legislações criminais. Não há salvo-conduto”, diz.
Da mesma opinião partilha a promotora do Ministério Público (MP) de São Paulo, Silvia Chakian. “A violência praticada pela mulher, via de regra, é completamente diferente da exercida pelo homem. A dela é pontual, um ataque de fúria isolado. A do homem é crônica: a vítima sofre anos calada e só encontra formas de romper com as agressões pela lei protetiva. É para estes casos existe a Lei Maria da Penha”, diz Silvia, fundadora do Núcleo Central Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica do MP.
Pareceres jurídicos
Desde a criação, a Lei Maria da Penha gera contestações sobre sua validade. Em 2010, os recursos ganharam força por conta do entendimento de cinco tribunais de justiça regionais de que era uma legislação desigual – ano que coincide com o pico de 58 mulheres presas enquadradas na lei. Em 2011, parecer do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a Maria da Penha não fere a Constituição e, em 2012, o entendimento dos ministros do Supremo foi de que não só a vítima, mas qualquer testemunha, poderia registrar ocorrência contra o agressor.
As denúncias explodiram. Os dados do Disque-Denúncia (180) mostram que o número foi acionado 265 vezes por dia só para o registro de casos de violência doméstica contra mulheres – 47,5 mil ligações no primeiro semestre de 2012, 13% a mais que no mesmo período de 2011, informa balanço do governo federal.
“Solução e não punição”
Lírio Cipriani, diretor do Instituto Avon, que realiza e patrocina campanhas contra a violência doméstica, pontua que “a Lei Maria da Penha foi uma ferramenta importante para dar voz à vítima, encorajar a mulher”.
“Estamos prontos para um próximo passo”, acredita.
fonte: http://delas.ig.com.br/
Postado por Pr Maroel Bispo -
maroel bispo
às
04:03
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