O mundo caminha a passos largos para o seu fatídico fim. A violência cresce de forma assustadora, atingindo índices alarmantes, desafiando os poderes constituídos. A marginalidade tem conseguido recrutar crianças e adolescentes para as suas fileiras. O desamor tem tomado conta de várias mentes e corações, promovendo crimes terríveis de pais contra filhos, filhos contra pais, maridos contra esposas e esposas contra seus maridos. Fica no ar a pergunta: Para onde iremos nós? A única saída que vejo é clamarmos mais e mais ao Senhor Deus, o Todo Poderoso, pois só Ele é capaz de por fim a toda essa tragédia. Pense e reflita! (Pr Maroel Bispo, Igreja Batista da Família).
A palavra “Psicologia” deriva do em do grego “estudo da mente”. A psicologia é uma ciência, e como característica de qualquer ciência tem um objeto de estudo específico. No caso da psicologia, de uma forma muito geral, o objeto de estudo é o comportamento humano e os processos mentais, procurando princípios gerais que os expliquem. Foca-se nos seres humanos, mas também estuda comportamentos de animais, de forma a fazer comparações.
O objetivo da compreensão dos processos mentais e comportamentos varia consoante o ramo da psicologia. Na psicologia clínica, foca-se no bem-estar; na psicologia escolar, foca-se no sucesso académico; na psicologia das organizações foca-se, em maximizar o valor dos recursos humanos, etc. Resumindo, embora haja um objetivo central, a compreensão do comportamento humano e dos processos mentais, existem objetivos específicos associados a cada área da psicologia.
É importante referir que qualquer das áreas não possui uma fronteira definida para com as outras, desta forma, um psicólogo deve ter na formação, um pouco de cada uma dás áreas, de forma a proporcionar-lhe uma visão muito ampla e abrangente do problema. Sendo o ser humano inevitavelmente um ser complexo, a solução dos seus problemas, muitas vezes podem não estar relacionas diretamente com o mesmo.
Um exemplo muito claro, é as dificuldades de aprendizagem. Se uma criança não aprende “como é devido”, pode dever-se a diversas variáveis, a primeira tendência é debruçar-nos sobre a criança e responsabiliza-la como única responsável do “seu problema”. Contudo por vezes esta pode não ser responsável direta pelo seu problema. Isto é, o problema pode ser resultado de vários fatores, entre eles: uma interação deficitária com a professora, problemas emocionais com os pais, problemas neurológicos, até mesmo problemas físico ou ambientais. Desta forma os profissionais de psicologia deverão ter conhecimento e competências para “ver além do óbvio” reconhecendo os fatores essenciais ao problema.
Resumindo, à semelhança da matemática, o resultado final de uma operação, nada nos diz como foi feita a operação. Na psicologia, passa-se algo semelhante, um problema pouco nos diz sobre a sua origem. Por outro lado, a psicologia está longe de ser uma ciência exata, visto a variedade e a complexidade do ser humano, é impossível encontrar formulas resolventes. Não há duas pessoas iguais, logo não há duas terapias iguais.
Como qualquer ciência social,a psicologia é uma ciência subjetiva sem exatidões. Porem apesar dessa subjetividade, a psicologia pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso, entre o tímido e o sociável, entre o motivado e o preguiçoso, entre o FELIZ e o infeliz.









