segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Estudante conta o que fez para ter nota 1.000 na redação do Enem; veja a redação dela

A redação da estudante mineira Camila Zuconi, de 18 anos, é um dos textos considerados “nota 1.000” e publicados na cartilha "A redação no Enem 2012 - Guia do Participante", lançada nesta semana pelo Ministério da Educação. Camila é aluna do segundo período de Medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e concluiu o ensino médio em 2011, quando fez a prova do Enem e foi aprovada no vestibular da universidade gaúcha.
A redação nota 1.000 foi fundamental para Camila ser aprovada no curso de Medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Segundo a mineira, seu objetivo era a UFMG, porém a nota da redação não foi considerada pela instituição na primeira fase. Apesar da distância da família, hoje ela se sente feliz em Porto Alegre. “Gosto muito da cidade e da faculdade. Fiquei muito satisfeita com a publicação da minha redação e o reconhecimento”, concluiu.


Fonte: G1

O discipulado e a igreja local


A igreja do Senhor Jesus tem um alicerce seguro para sustenta-la. O próprio Senhor Jesus é a pedra sobre a qual toda a igreja está edificada (1Pe 2.7,8). O apóstolo Pedro afirma que aquele que rejeita a Pedra tropeça na Palavra, ou seja, a igreja está edificada sobre o Senhor Jesus que a dirige e a sustenta pela Palavra (1Pe 2.8). As diretrizes e orientações para a igreja estão nas Escrituras. Esta é a tremenda vantagem. Temos absolutos para dirigir e orientar a nossa filosofia de ministério, as nossas atitudes e as nossas ações, como indivíduos e como igreja.
Nesse sentido, é de muito valor perceber como o Senhor Jesus orientou e atuou para que a igreja perpetuasse a sua presença no mundo.
Depois de escolher os doze apóstolos, e depois da igreja ter tido o seu início de modo tão espetacular (At 2), ficou evidente que a igreja precisava de uma estratégia para permanecer, para se solidificar e também para se reproduzir. Desde o início de seu ministério apostólico, Paulo nunca planejou viajar sozinho para pregar o evangelho. Em todas as suas jornadas, ele estava acompanhado por outros (At 13.13; 15.36-41). Este é um modelo presente em suas cartas. Mas qual o propósito dele viajar com outros? Certamente era para ter o apoio necessário durante as suas viagens, mas especialmente era para se reproduzir em outros, permitindo que o vissem em ação, e depois, aplicassem em seus futuros ministérios o que viram e ouviram dele. Ele estava discipulando os seus seguidores, crentes em Cristo.
A palavra discípulo quer dizer “aprendiz”, “aquele que segue seu mestre e o imita”. Logo, o discípulo de Cristo é um aprendiz, é um imitador do Mestre. Esta definição já fornece um propósito tanto para o discipulador como para o discípulo (Rm 8.29). Paulo chama a si mesmo de discípulo de Jesus, e encoraja os seus seguidores a imitá-lo naquilo que ele imita a Cristo (1Co 11.1).
Discipulado é o processo, que tem início na conversão e se desenvolve por toda a vida, pela qual uma pessoa
torna-se gradualmente semelhante a Cristo.
Neste processo, Deus usa pessoas mais experientes e maduras para investir na vida dos menos experientes. Mais velhos na fé para investir na vida dos mais novos. Este é o aspecto humano do processo, é a estratégia de Deus para perpetuar a igreja e amadurece-la (Ef 4.11-16). O apóstolo Paulo repete esta idéia em Rm 15.14, Cl 3.16 e, ao final de sua carreira, ele faz a seguinte afirmação ao seu filho na fé, Timóteo: “E o que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (2Tm 2.2). Este foi e tem sido o modelo de Deus para manter e esparramar as fronteiras da igreja no mundo. Algumas conclusões, então são:
  1. O discípulo é aquele que está comprometido com Cristo;
  2. O discípulo é aquele que está comprometido com a causa de Cristo e com a sua igreja local;
  3. O discípulo é aquele que está comprometido com a reprodução na vida de outros
O que é para ser reproduzido na vida de outros?
  • O amor a Deus, ao Seu Filho Jesus e à sua Palavra (Sl 119.97; Mt 22.34-38);
  • O ensino aprendido seja o formal como o informal (2Tm 3.16-17);
  • A comunicação de um padrão de vida baseado nas Escrituras. Aqui está o fornecimento de modelo que na verdade é o ensino não formal (1Tm 4.12; Tt 2.7);
  • O amor pelas pessoas. É uma forte ênfase nos relacionamentos (João 13.34-35; Rm 13.8-10);
O discipulado é um processo para a vida toda. Em nossos dias onde as respostas aos nossos pedidos são imediatas (microondas, terminal eletrônico, telefone, internet, etc) muitos de nós quer acelerar um processo que exige tempo para se realizar. Deus não nos apresenta fórmulas instantâneas para o discipulado e para a transformação à imagem do Filho. Ele nos convida a segui-lo de onde estamos. Na verdade, o tempo em si não promove as transformações de caráter. Porém as transformações do nosso caráter exigem tempo, se processam no tempo. A W Tozer escreveu o seguinte: “É a transformação, e não o tempo, que faz os néscios se tornarem sábios, e os pecadores, santos”.
No processo do discipulado, é preciso que o discipulador seja:
1. Dominado pela graça de Cristo
Paulo quando escreve a seu filho na fé Timóteo, ele o instrui da seguinte maneira: “Fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus” (2Tm 2.1). A graça do Pai e do Filho é um dos alicerces para o discipulado eficaz. Ao escrever para os coríntios, Paulo acentua que Ele não tem capacidade própria, mas que depende inteiramente da graça de Deus ( 2Co 3.5).
Onde é então que obtemos essa graça? O autor do livro de Hebreus nos diz em Hb 4.16. Pedro acrescenta ainda que a graça para um viver abundante decorre de um conhecimento contínuo do nosso Senhor Jesus (2Pe 1.2). Logo, ser dominado pela graça, é ser totalmente dependente do Senhor para o processo do discipulado.
2. Dedicado ao ministério do discipulado
Paulo orienta a Timóteo a que ele se reproduza (2Tm 2.2). Discipulado é comunicação de ensino e vida para outros, para que eles façam o mesmo a seguir, e assim sucessivamente. “Transmite” é um imperativo. Não é uma opção, é uma ordem. Quando nos reproduzimos em outros e esses outros em outros, o discipulado se perpetua e a multiplicação acontece. Porém, o processo começa em nós.
3. Disciplinado para uma vida que agrade a Deus
A fim de não nos tornamos semelhantes aos escribas e fariseus que faziam exigências aos seus discípulos que não estavam dispostos a eles mesmos levarem, é preciso um compromisso firme como o nosso desenvolvimento pessoal diante de Deus (2Co 5.9). Antes de nos tornamos modelos para outros, precisamos nós mesmos ser modelados pelo nosso Senhor para viver uma vida inteira que o agrade (2Tm 2.3-4). Viver como um bom soldado de Cristo é viver uma vida disciplinada, que o agrade, uma vida para Glória Dele (1Co 10.31).
Ser um discípulo e ao mesmo tempo um discipulador é um grande privilégio. A nossa oração é para que o Senhor te dê encorajamento na caminhada e uma disposição renovada diante dos desafios que o investimento na vida de outros traz. Àquele que nos capacita para toda boa obra seja toda a glória.

Primeiro, as primeiras coisas


Planejar não é mesmo a "praia" da média dos brasileiros. Eles, de modo geral, preferem ir "fazendo" do que gastar algum tempo antes pensando e planejando como fazer. Numa empresa, esta característica é menos evidente porque um funcionário se vê obrigado a proceder de modo mais organizado. Pensar, antecipar e planejar são dinâmicas que fazem parte da vida empresarial e profissional. Porém, a falta de planejamento fica mais evidente na administração da vida pessoal. Todo o ano ouvimos os mesmos relatos dos anos anteriores quando, por exemplo, chega o Natal. Por falta de uma antecipação, de um planejamento financeiro, muitos de nós acaba comprando mais do que pode “supondo” que poderá pagar com os adicionais do mês de Dezembro, acrescidos dos complementos de Janeiro, juntamente com as economias que fará ao deixar de gastar no mercado, e etc. Poucos meses depois os relatos são de cheques voltando, empréstimos sendo feitos, mercadorias sendo devolvidas, negociações para esticar os prazos, e assim por diante. O resultado mais imediato, além do déficit financeiro é o desequilíbrio emocional, que por sua vez produz outros efeitos em cascata que são as tensões relacionais, domésticas e conjugais.
Por não ter essa inclinação para o planejamento, muitos casais sofrem com a falta de prioridades no lar. Planejar e estabelecer prioridades são atividades não só desejáveis, elas são essenciais. Um casal que pretende conformar-se às Escrituras crescerá na arte de estabelecer prioridades. Quando o Senhor Jesus está enfatizando que para alguém ser discípulo dEle é necessário não só uma vida de abnegação (Lc.14.25,26), como também uma vida de identificação total e completa com Ele (Lc.14.27), Ele em seguida lança mão de uma figura que diz respeito a um construtor e a construção que pretende realizar (Lc.14.28-30). O discipulado, ensina o Senhor Jesus, precisa ser antecipadamente avaliado e ter os seus custos considerados, para que não haja uma interrupção do processo e em seguida, uma desistência. O Senhor está ensinando que o discípulo que almeja seguí-lo precisa sentar para considerar as possibilidades e os custos. Ele está ensinando ao discípulo a pensar antecipadamente, a planejar, a estabelecer prioridades para a sua vida, a fim de que ela se conforme cada dia à imagem do Filho (Rm.8.29).
Planejar e estabelecer prioridades não é uma questão emocional. Antes, é uma decisão que requer disciplina. De modo geral, estabelecer prioridades para o casamento não tem sido uma prioridade para a maioria dos novos casais. O que alguns tem feito são alguns ensaios com o orçamento. Porém, estabelecer prioridades para o casamento é algo que vai além das finanças da família. Estou envolvido com um casal atualmente que irá se casar em alguns meses. O testemunho deles, sincero e transparente, tem sido que a única coisa que eles conseguem conversar quando estão juntos é sobre o próximo item a comprar ou que está na lista para preparar. Nos últimos meses eles não tem tido tempo para mais nada além disso, para pensar em decisões mais profundas e permanentes para o “depois”, para quando ambos não tiverem mais nada tão urgente para procurar ou comprar. O tempo de aconselhamento pré-nupcial tem provido alguma oportunidade para esse aprofundamento. Porém, este casal sabe que precisa estabelecer prioridades para o novo lar e já está empenhado neste projeto. Isto porque eles tem aprendido que casamento não resolve problemas, apenas os revela. A fim de prevenir problemas futuros e melhor se adaptar às Escrituras, quero propor três prioridades para o casal que promoverão a vitalidade do relacionamento com Deus, com o cônjuge e com os filhos.
Estabelecendo prioridades bíblicas
1. Ninguém e nada é mais importante do que o Senhor e Sua Palavra
A primeira prioridade para qualquer pessoa e, portanto, para qualquer casal, é decidir por um relacionamento significativo com Deus e mantê-lo. Este é o chão, o fundamento sobre o qual toda a “construção” do novo lar vai estar edificada. Esta foi a ordem do Senhor para Moisés: “Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração;” (Dt.6.6). Quais palavras seriam para estar no coração de Moisés? Eram os mandamentos. Guardar os mandamentos é a evidência mais nítida de amor ao Senhor. Isto está registrado no verso anterior: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força.” (Dt.6.5), e foi enfatizado por Jesus mais tarde, quando Ele falava aos seus discípulos: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; ....” (Jo.14.21). Um casal bem sucedido é aquele que, cada um, marido e esposa, ama o Senhor de tal maneira que guarda a Sua Palavra no seu coração, e manifesta este amor ao Senhor através de uma obediência humilde.
Porém, uma constatação triste é que um grande número de casais, por não ter claro esta prioridade, vive debaixo da tirania da falta de tempo. Este é o argumento mais comum quando sua comunhão com Deus está ficando sem vitalidade ou mesmo nem existindo. “Trabalho muito, não tenho tempo”, é algo que parece razoável e tem sido bem aceito por todos. É incontestável a falta de tempo, especialmente em grande centros urbanos. Porém, uma pessoa não poderá nunca se esquecer que se no seu dia ela não tem tempo para se dedicar a conhecer o pensamento de Deus, ela está fazendo mais coisas do que o Senhor gostaria que ela fizesse. Tempo com Deus é prioridade número “1”. Tempo com Deus e Sua Palavra não é somente algo desejável ou bom, é sobretudo, essencial, vital. Um novo casal precisa decidir a este respeito se deseja manter a vitalidade do seu casamento e do seu relacionamento com Deus.
2. Minha família – as pessoas mais importantes da minha vida
Uma outra prioridade é o tempo com a própria família. E nesta ordem, ou seja, primeiro o Senhor e Sua Palavra e depois os da minha casa. Como tem sido desastroso ver famílias sendo compostas, cada dia mais, de pais ausentes. Os argumentos vão desde a realização profissional da esposa até a inescapável exigência que tem sido imposta por algumas empresas. Tenho visto que algumas empresas não contratam mais apenas um funcionário. Na verdade, elas estão procurando um “cônjuge”. Isto porque esse funcionário terá que estar sempre disponível para qualquer ligação ou bip que lhe informe de que está sendo esperado para resolver algum tipo de problema na empresa. Isto tem roubado a convivência entre marido e esposa, pais e filhos. Um jovem casal terá que ter muita sabedoria para lidar com essas exigências.
Uma pessoa que atualmente trabalha numa empresa e tem a oportunidade de aceitar um novo trabalho sob novas condições, com uma proposta financeira muito melhor do que a anterior ou atual, precisa considerar mais áreas do que apenas a financeira. De outro modo, este marido ou esposa estará minando os alicerces do seu relacionamento conjugal e familiar. Um emprego que pague melhor, bem melhor, mas que exigirá um maior comprometimento do tempo, precisa ser considerado cuidadosamente. Há uma relação de custo e benefício aqui que precisa ser bem ponderada. Infelizmente a escolha de um novo trabalho, de uma nova função, tem sido feita, quase que invariavelmente, com base numa consideração única – salário.
Maridos e esposas que muitas vezes tem tido a oportunidade de se dedicar mais ao lar, tem preferido ocupar esse tempo com outras atividades. Há maridos que substituem o retorno para casa por um tempo adicional com colegas de trabalho. Isto pode ser bom, embora nem sempre seja, se for ocasional, mas não será saudável se for habitual. De outro lado, tenho visto algumas mães queixando-se de seus filhos pequenos. Estas tem reclamado do “trabalho” que dá cuidar deles. Incrível é que desde bem cedo já estão alimentando a possibilidade de colocarem o filho na “escolinha”. Estas mães não conseguem perceber o quanto é importante elas estarem junto de seus filhos nesta tenra idade, para influenciar, comunicar a fé, instruir, corrigir, dar os padrões das Escrituras. Tempo juntos é uma prioridade que tem sido esquecida. E, o tempo que tem sido usado para que marido e esposa fiquem juntos, não tem sido mais utilizado para aprofundar a comunhão, pensar juntos, orar juntos, desfrutar um da companhia e amizade do outro. Antes, esse tempo tem sido utilizado quase que sempre para atividades de lazer. Cônjuges tem chamado a isto de “tempo de qualidade”. Na verdade, o padrão de quantidade de tempo tem sido substituído por qualidade de tempo. E, isto que dizer que o tempo para a família será menor do que o necessário, o que por si só já indica para mim um prejuízo na qualidade. Em outras palavras, nem tempo e nem qualidade. O tempo que tem sido reservado para a família, acaba sendo o tempo que sobra depois de tudo ter sido antes equacionado. O resultado para a família é a desagregação dela.
Tanto um marido terá que avaliar esta área de sua vida, quanto uma esposa terá que fazer o mesmo. Seria uma decisão saudável o casal pensar sobre o que é esperado, à luz das Escrituras, de um marido e de uma esposa no casamento. Um jovem casal, que pretende ser sábio, priorizará esta área. Quando minha esposa e eu nos casamos, tínhamos já algumas convicções. Uma delas dizia respeito ao tempo dela com os filhos assim que eles chegassem. Decidimos isto após olhar para a importância da mãe nas Escrituras. Ela decidiu dar todo o seu tempo para influenciar três filhos que chegaram. Porém, para isto acontecer, ela abriu mão de sua bem sucedida carreira de instrumentadora cirúrgica, que na época remunerava muito bem, a despeito das muitas vozes que gritavam para que ela não fizesse exatamente assim. Minha esposa soube estabelecer prioridades. Seus filhos e marido, e não sua carreira, foram a sua prioridade. Os efeitos de sua escolha voluntária nós podemos perceber agora quando nossos filhos já chegaram (uma já passou) na adolescência. Obediência, afeto, demonstrações claras de amor, harmonia, unidade. Entretanto, isto teve um preço para ela. Ela priorizou o seu marido e os seus filhos.
3. Convivência com a igreja local – necessário para a fé permanecer sadia
Depois de considerar a prioridade no tempo com a família, tocando ainda que levemente em aspectos que dizem respeito ao trabalho, um jovem casal terá que priorizar a convivência com a sua igreja local. Há muito engano aqui. Dois erros tendem a ser mais evidentes aqui. O primeiro deles é a substituição do tempo da família pelo tempo nas atividades da igreja. Para estes casais, há uma confusão entre tempo com Deus e tempo na igreja. Para estes, tempo com Deus é sinônimo de tempo com a igreja. Estão em “todas” as atividades, ou quase todas, se desgastam no serviço para ao final desfrutar de uma sensação de utilidade. Tal engano é muito nocivo à saúde do casamento, à saúde da família. O outro engano, porém, diz respeito aos cônjuges que tem substituído a sua participação na igreja quase que por qualquer outra coisa. Dá a impressão que quase qualquer argumento lhes parece aceitável para não se envolverem com a igreja local. Um jovem casal terá que sentar e lidar com esta área da vida.
Um casal que conheço casou cheio de intenções nobres e compromissos verbais assumidos um com o outro. Porém, estranhamente, após alguns meses eles estavam mais ausentes das atividades da igreja do que antes. Quando amorosamente confrontados (Hb.10.25), havia sempre um argumento que era apresentado para justificar a ausência. A maioria dos argumentos poderia ser questionada. O resultado, foi uma perda da vitalidade na fé. Esta perda de vitalidade está ligada ao desprezo ao Senhor e à Sua Palavra, como mencionado antes, mas também, está ligada ao desprezo a esta prioridade. Um casal que não prioriza a sua participação na igreja, na adoração coletiva e na comunhão com o Corpo, está priorizando a perda da vitalidade, do entusiasmo, da disposição de servir e obedecer. Está na verdade priorizando as tensões e os conflitos que ficarão sem solução. Este casal não tem brilhado num mundo de escuridão, de trevas, e isto porque tem desprezado tanto um tempo de buscar a presença do Senhor para obedecê-lo, como tem desprezado sua participação nas atividades da igreja, na comunhão e no serviço.
Certamente você que está começando sua vida conjugal, fará bem se priorizar estas três áreas. Elas o colocarão nos trilhos da vontade desejada de Deus, e como resultado, lhe proporcionarão vitalidade não só na fé, como também no relacionamento conjugal e familiar. Este pode ser um projeto de vida para este começo de ano, década, século e milênio. Que tal começarmos com estas três prioridades?
Que o Senhor nos conceda graça para não nos perdermos nas exigências enganosas do nosso tempo e coração, bem como nos dê graça para vivermos uma vida conjugal e familiar pautada por prioridades biblicamente estabelecidas.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Família maior tesouro - Cinco pilares que sustentam o casamento




Vamos hoje em nosso assunto “Família maior tesouro” falar sobre os cinco pilares que sustentam o casamento. 

O Primeiro Pilar de sustentação do casamento é a Fidelidade: Quem ama não trai. A infidelidade hoje é propagada e tema de apologia nos meios de comunicação. Segundo o terapeuta Alert Ellis existem causas neuróticas e não- neuróticas do adultério. Entre as causas não neuróticas está a Insatisfação sexual no casamento que pode levar a busca de compensação. A perda de atração pelo companheiro. O deseja sexual vai ficando reprimido e as fantasias crescendo até levar ao adultério. A excessiva absorção ao trabalho pode causar no outro uma sensação de abandono e rejeição. O tédio que vem da rotina, repetição e que gera indiferença emocional e sexual. A ausência prolongada de um dos cônjuges podem levar ao adultério.
Nas causas neuróticas estão os mimados, que pensam merecer tudo que desejam,pensando que caprichos temporários são necessidades,fim de semana perfeito e sexo perfeito fazem parte de seus ideais e expectativas irreais.  Os narcisistas que pensam ser perfeitos e que o adultério é uma forma de auto-engrandecimento. Os imaturos são os que buscam através da infidelidade de firmar, provar sua masculinidade ou feminilidade, fazendo da vida um teste continuo de sedução, impelidos pela ansiedade doentia.  Os vazios,sem dar sentido a vida buscam na traição a maneira de dar sentido e felicidade a vida.  Os vingativos que buscam através da traição dar o troco ao golpe recebido do cônjuge.  A fidelidade conjugal da segurança e garante a benção de Deus ao casamento, pois a bíblia diz que digno de honra entre todos seja o casamento, bem como o leito sem mácula, porque Deus julgará os impuros e adúlteros.  O adultério é a manifestação da necessidade da cura e libertação interior.
O segundo pilar de sustentação do casamento é a Amizade :Sob um prisma de tratamento, onde marido e mulher alem de parceiros na cama são amigos, pois não basta ser fiel é preciso ser amigos. A mulher precisa ver no marido a figura do melhor amigo, para não fragilizar o relacionamento.  Muitos adultérios aconteceram porque se foi buscar fora de casa alguém com quem confidenciar, que lhe desse atenção,respeito e um ombro amigo para chorar, que acabou se tornando em causa de traição.     Porque muitos casamentos se transformam prisão,subjugando, escravizando, prendendo o cônjuge?Quando é que isso acontece? Isso acontece quando há um sentimento de posse.  Não consigo viver sem você!   Dependência doentia, quando a amizade entre o casal um ajuda o outro a crescer.  Quando o marido e a mulher estabelecem o sistema de cada um viver na sua, desempenhando seu papel sem envolvimento, amizade, duvidas compartilhadas.  Casamento não é cena de atores, cada um desempenhando um papel, mas companheirismo e amizade.  O relacionamento se transforma em prisão quando há um exclusivismo total,unidade doentia, tipo “Só vou se você for”, pensando que estando sempre juntos manterão a fidelidade e preservação do casamento.  Isso acaba sufocando o outro.  Na relação onde os dois são companheiros e amigos a liberdade individual e o crescimento mútuo substituem a escravidão recíproca.
A pergunta é esta: Estou construindo uma prisão ou um lugar livre , onde há respeito, direitos e responsabilidades e liberdade para crescer junto com meu cônjuge.
O terceiro pilar do casamento é Santidade.  Fidelidade e amizade resultam em santidade.  Santidade na bíblia significa separação, e no que diz respeito ao casamento são todas as responsabilidades assumidas no pacto nupcial diante do altar e diante de Deus.  Esta santificação é realizada e vivida através da obediência a palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.  Se todo marido como sacerdote de Deus em seu lar preocupasse com a vida espiritual de sua esposa assim como se preocupa com a estética, com certeza os lares seriam inundados de graça, amor, e felicidade.
O quarto pilar chama-se Apreciação, através da honra e reconhecimento, admiração pública e verbalizada como o que ocorre em Pv. 31.29 que diz: Muitas filhas tem procedido virtuosamente, mas de todas você é a mais excelente.  Isso gera auto estima, valor, criando um ambiente alegre e salutar para os relacionamentos.  Antes de criticar procure dar um elogio para ver a diferença que irá causar.
Por último o quinto pilar de sustentação do casamento está a Submissão Devocional.  Quando a mulher compreende o que é submissão á luz da Bíblia não terá dificuldade em exercer sua missão como auxiliadora.  O que acontece muitas vezes que o marido não amando a esposa com amor sacrifical, como Cristo amou a igreja, se entregando por ela, inibirá a submissão da mulher a ele.  Recebendo o amor do esposo ela se sentirá amada e comprometida com submissão sem escravidão, medo, anulação de sua individualidade feminina, pelo contrário ficará realizada e feliz em desfrutar de um amor sem medida e sem interesse pessoal.

fonte: http://geracaomissionaria.com.br/

Casamento: bênção de Deus


 

Efésios 5:22-31 

· Você gostaria que tua esposa te obedecesse como a Igreja obedece a Cristo? Cuida dela, então, como Cristo o faz em relação à Igreja.
· Nossos relacionamentos terrenos são figuras e símbolos das realidades sagradas.
· Jesus Cristo nos ensina que o amor se caracteriza por uma renúncia total.
· A esposa tem a tarefa, dada por Deus, de ajudar o marido e de submeter-se (ceder por amor) a ele (22-24).
· Seu dever para com o marido inclui o amor (Tt.2:4), o respeito (33), a ajuda (Gn.2:18), a pureza (Tt.2:5), a submissão (22), um espírito manso e quieto (I Pe.3:4) e o ser uma boa mãe (Tt.2:4) e dona de casa (I Tm.5:14).
· A submissão da mulher ao marido é vista por Deus como parte integrante da sua obediência a Jesus como ao Senhor (22).
· Deus estabeleceu a família como a unidade básica da sociedade. Toda família necessita de um dirigente. Por isso Deus atribuiu ao marido a responsabilidade de ser cabeça da esposa e família (23-33).
· A liderança do marido deve ser exercida com amor, mansidão e consideração pela esposa e família (25-30;6:4).
· A responsabilidade do marido que Deus lhe deu inclui:
1. Provisão para as necessidades espirituais e domésticas da família (23;I Tm.5:8).
2. O amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que Cristo ama a Igreja (25-33).
3. Honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa (Cl.3:19).
4. Lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal (31; Mt. 5:27,28).
· O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para a sua esposa.
· O vs.31 diz uma só carne ou seja, a união do homem com a sua mulher, deve ser íntima e completa. Não pode haver segredos e nem coisas escondidas. Tudo deve ser falado com muita transparência e amor.
· Assim, o casamento verdadeiramente terá a bênção do nosso Deus.

Portas abertas: Inaugurado comitê de José Ronaldo

Já está de portas abertas para toda a comunidade o comitê do candidato pela coligação "O Trabalho Vai Voltar", José Ronaldo (Democratas). O local foi inaugurado na tarde desta sexta-feira, 3, com expressiva participação popular.
Por volta de 15 horas, candidatos a vereador, lideranças políticas, ex-secretários municipais e eleitores se concentravam na praça Monsenhor Renato Galvão para caminhar em direção ao comitê, situado na avenida Maria Quitéria, antiga casa do ex-prefeito de Feira de Santana José Falcão da Silva.
Durante todo o trajeto, as pessoas demonstraram carinho a José Ronaldo, com acenos e aplausos. Foi assim na rua Conselheiro Franco e avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria. Ainda no percurso, muitos eleitores se uniram à comitiva e seguiram juntos.
No comitê, José Ronaldo e o vice Luciano Ribeiro (PMDB) fizeram um agradecimento especial à família de José Falcão por ceder o imóvel para a campanha. Em seguida, convidou o vereador Roberto Tourinho (PV), filho do ex-prefeito, para cortar a fita inaugural. "Deus quis que nesta eleição esta casa fosse aberta para viver política novamente 24 horas por dia", enfatizou o democrata.
O prefeiturável também fez referência aos representantes dos 14 partidos da coligação e a todos os presentes. Dentre eles, o vice-prefeito Paulo Aquino (Democratas), Colbert Filho (PMDB), deputados estaduais Targino Machado (PSC) e Carlos Geilson (PTN).
Atendimento - Segundo a coordenadora do comitê, Gilberte Lucas, o atendimento ao público acontecerá todos os dias, das 8 às 17 horas. No local estará disponível material de campanha de José Ronaldo e dos candidatos a vereador pela coligação. Será, ainda, ambiente de reuniões políticas e de concentração para as carreatas.  
Fotos: ACM, Jorge Magalhães e Silvio Tito
(Com informações da Assessoria de Comunicação da Coligação "O Trabalho Vai Voltar")

extraído do Blog Demais, do jornalista Dimas Oliveira.

GRANDE CAMINHADA DE INAUGURAÇÃO

José Ronaldo tem a companhia de jovens no João Paulo II



O candidato a prefeito de Feira de Santana pela coligação "O Trabalho Vai Voltar", José Ronaldo (Democratas), visitou na noite de quinta-feira, 2, o Conjunto João Paulo II onde, acompanhado do candidato a vice Luciano Ribeiro (PMDB), afirmou que a cidade "sente a necessidade de uma administração determinada, pujante e corajosa para realizar as obras que a população precisa".
Recebido calorosamente pelas famílias da localidade, José Ronaldo atraiu para a sua caminhada pelas ruas e praças do João Paulo II um número expressivo de jovens que aproveitaram a oportunidade da visita do candidato do Democratas para ser fotografados ao seu lado.
Luciano Ribeiro, por seu turno, lembrou do arco de alianças políticas formado pelos catorze partidos que compõe a coligação "O Trabalho Vai Voltar", enfatizando que "é com esta unidade, confiança e solidariedade que haveremos de governar juntos para fazer muito mais por Feira de Santana".
Além dos inúmeros candidatos a vereador que acompanham José Ronaldo em suas visitas e caminhadas, marcaram presenças o vice-prefeito Paulo Aquino (Democratas), deputado estadual Carlos Geilson (PTN), ex-prefeito Clailton Mascarenhas, ex-vereadores Antônio Joel Barbosa, Genésio Serafim, José Bartolomeu Zeca Marques, José Moreira Dias, Liomar Ferreira e Pastor José Pedroso.
Entre ex-secretários municipais, Denise Mascarenhas, Geraldo Sampaio, Gutemberg Almeida, José Pinheiro, Lúcia Miranda, Mário Borges e Ozeny Moraes, mais a ex-diretora de Gestão da Rede Própria da Secretaria de Saúde, Gilbert Lucas, militante político Antonio Magalhães e Fanael Ribeiro.
 
Fonte: http://joseronaldo25.com.br/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CHIP IMPLANTADO !!! SERÁ O SINAL DA BESTA??? ASSISTA AGORA!!!


AS TEMPESTADES VÃO PASSAR…

 
“Já faz catorze dias que vocês estão esperando o tempo melhorar e durante este período não comeram nada. Agora, comam alguma coisa… pois ninguém vai perder nem mesmo um fio de cabelo.” – Atos dos Apóstolos 27.33 e 34.

Este texto relata a viagem do Apóstolo Paulo para a cidade de Roma, onde vai ser julgado pelo Imperador. Durante o trajeto, violenta tempestade se abateu sobre os navegantes e toda a carga e também a armação do navio foram jogadas ao mar.
O Apóstolo, em oração, recebe a revelação de que o salvamento está perto, e que todas aquelas 276 pessoas se salvariam, perdendo-se tão somente o navio. E, de fato, isso aconteceu conforme revelado ao Apostolo.
Aprendemos, aqui, que nenhuma tempestade é para sempre…Nunca irá chover 365 dias sem parar…A chuva pode estragar a sua cerimônia de casamento, ou causar problema no telhado de sua casa ou até inundar sua rua. Pode atrasar sua viagem. Mas, uma dia a chuva vai parar, a água vai baixar, e tudo voltará a ficar seco.
Assim também nossos problemas não vieram para ficar! Eles passarão!! Da mesma forma como em meio a uma tempestade vem os raios e os trovões
aterrorizantes, assim também nosso coração poderá sentir-se enfraquecido, com medo e ansioso frente às tormentas da vida.
Podemos sentir que aquele problema ou aquela situação nunca será resolvida. Alguma coisa ou alguém pode ter nos causado uma dor enorme, ao nosso coração ou a nossa mente, e achamos que nunca veremos a solução para essas questões.
Pode ser também que fomos arrastados pelas inundações do medo, da angústia, do ressentimento, do sentimento de abandono, do desejo de vingança e de justiça, com grandes prejuízos emocionais.
Mas, não se preocupe…Com DEUS ao nosso lado, nos trazendo a Sua Palavra, nenhuma tempestade por mais intensa que seja irá durar para sempre.
Você crê assim? Se tiver um testemunho de experiência passada nas tempestades da vida, compartilhe comigo. Posso publicar no site…
DEUS a todos nós abençoe, abundantemente.

fonte: http://pastorezequias.com